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Patos, Paraíba, Brazil
A Juventude Missionária se dá a conhecer como um grupo voluntário com uma proposta de evangelização a serviço da Igreja Católica. Não é um movimento nem uma pastoral; é um grupo de jovens missionários ligados à POM (Pontifícias Obras Missionárias). Nosso objetivo principal é unir-nos ao mandado de Jesus Cristo: "Ide pelo mundo e pregai o evangelho!" (Mc 16, 15). Nosso trabalho se realiza, basicamente, através da organização de Missões de evangelização rurais e urbanas e outras atividades de formação, defesa da fé e promoção das devoções e tradições populares. A JM busca despertar na juventude de hoje o desejo e a consciência da necessidade de ser um orientador aos irmãos na fé, de ser transmissor da mensagem de Cristo, de fundamentar sua fé e sua confiança na doutrina da Igreja e de ser um jovem reflexivo, com rica vida de oração. Trata-se de uma grande oportunidade para jovens que desejam fazer algo a mais pela Igreja e trabalhar a serviço dos mais necessitados. Jovens que queiram vivenciar este carisma devem ter idade entre 15 e 30.

sábado, 31 de dezembro de 2016

JUVENTUDE MISSIONÁRIA DE CAJAZEIRAS REALIZA AÇÃO SOLIDÁRIA DE NATAL


Durante o mês de dezembro/2016 a Juventude Missionária da Capela Nossa Senhora dos Remédios/Paróquia São João Bosco, Diocese de Cajazeiras PB, realizou a Campanha Adote um Vovô ou Vovó neste Natal, que teve por objetivo arrecadar presentes para os idosos da Casa de Apoio ao Idoso de Rua Joca Claudino. 


A campanha teve início no dia 04/12, dia este em que a JM visitou os idosos e registrou através de fotografias, os mais diversos pedidos dos idosos. Por exemplo: sabonete, Qualquer Coisa, Vestido, Terço e Bíblia. Ao longo de três semanas foi-se arrecadado os presentes, bem como produtos de higiene pessoal para a Casa de Amparo. 



Dia 26/12 foi o dia de culminância da Campanha, onde foi realizada uma tarde festiva com os idosos. De início houve um mini musical de natal encenado pelos jovens da JM em parceria com algumas crianças da IAM. Em seguida foram entregues os presentes aos idosos e as cestas de produtos de higiene pessoal aos diretores da casa. 


Os jovens  concluíram esse momento com a partilha do lanche entre todos os presentes. Por fim os missionários se despediram dos idosos com anseio de retornar novamente a Casa do Idoso para mais momentos como esse. Momentos de aprendizado, de escuta, de fraternidade para com o próximo. 






quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Feira do Desapego da IAM e JM de Mamanguape (PB)


A Infância e Adolescência Missionária (IAM), em parceria com a Juventude Missionária da Paróquia São Pedro e São Paulo, da cidade de Mamanguape (PB), realizaram no dia 10 de dezembro a terceira edição da Feira do Desapego.

Criada no ano de 2011, a feira tem como objetivo promover a cultura do desapego, a convivência entre membros e familiares dos grupos, e especialmente a solidariedade. Os itens doados pelos participantes são avaliados de acordo com seu estado de conservação, recebem determinados valores que serão trocados pela merreca solidária (a moeda do bem), facilitando assim a troca de itens entre os participantes.

Ao final da feira, os itens que não foram “vendidos” são encaminhados para doação à comunidades carentes, este ano tendo como diferencial, a entrega de tais itens nas comunidades onde foram realizadas a Campanha Missionária 2016: Santa Edwiges e Santo Antônio.


Além do momento de descontração, a feira do desapego serve para ascender nos corações dos participantes o desejo de ajudar e se mostrarem solidários. 

Fonte: Garotada Missionária

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Guilherme Cavalli se despede do secretariado da Propagação da Fé


O secretário nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé (POPF), Guilherme Cavalli, se despede das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e segue para novos desafios. O cargo será ocupado pelo padre Badacer Ramos de Oliveira Neto, da diocese de Itabuna (BA).


Os participantes da IX Assembleia Nacional da Propagação da Fé, que acontece em Brasília (DF), prestaram homenagem e agradeceram ao Guilherme pela dedicação e valiosa contribuição no acompanhamento das atividades desta Obra, em especial a Juventude Missionária.

Guilherme ficou à frente da Propagação da Fé por três anos e considera esse período um momento de muitos encontros. “Esse tempo na POPF foi um momento de encontro com pessoas, com culturas, com fés, com jeitos de celebrar e de ser Igreja. Quando a gente se encontra com alguma coisa a gente se modifica, então, além de ser um momento de encontro foi um momento de modificação, onde eu consegui me construir mais como discípulo missionário e ajudar na formação das juventudes como discípulas missionárias também”.

O jovem que é natural de Maximiliano de Almeida (RS) cita duas palavras para definir esse período. “Encontro com o outro e mudança. Mudança no sentido de conversão mesmo. Onde a gente consegue amadurecer na fé, perceber que a missão é exigente, mas também é muito prazerosa”.


Para Guilherme, a Juventude Missionária (JM) amadureceu. “A JM cresceu muito. Conseguimos formar um corpo de coordenações, onde cada estado já tem sua coordenação e experiências missionárias foram realizadas pelo país, como a de Ananindeua, no Pará. Foram publicados materiais para formação das juventudes e formação do discípulo missionário. Continuamos o trabalho de fortalecer a identidade profética da JM, identidade samaritana que está a serviço, que quer estar perto daqueles que estão longe da gente”.

O maior desafio no serviço à Propagação da Fé, foi a articulação num território tão vasto. “Isso dificulta um pouco o trabalho e exige mais. Esse é um desafio para a animação missionária”, afirma Guilherme. Segundo ele, não tem como fazer uma ruptura com as Obras Missionárias. “Pelo amor que eu tenho pelas POM e pela gratidão que eu tenho pelos diretores, tanto pelo padre Camilo Pauletti, quanto pelo padre Maurício da Silva Jardim. Vou continuar contribuindo, seja na produção de material, seja no auxílio, como for necessário. Vou estar em Brasília, então, acredito que a ruptura não vai acontecer. Não é um cordão umbilical que a gente corta, pelo contrário, são teias que a gente vai formando ao longo desse trabalho. Estou dentro da teia e acredito no projeto das Obras Missionárias, então, seria impossível simplesmente abandonar”.